Vacinas - Internacional

Quem viaja para o exterior deve conferir se seu destino é alvo de doenças ou epidemias, principalmente de febre amarela. Em muitos casos, é preciso apresentar um comprovante de imunização e tomar precauções para entrar no país.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 120 países exigem o certificado internacional de vacinação contra febre amarela de pessoas que vieram de áreas infectadas pela doença, incluindo quem mora no Brasil. Os passageiros que estiverem entrando no país e passarem por regiões de risco também devem apresentar o certificado.

Perguntas Frequentes:

Quais os países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação Contra a Febre Amarela?

A
Afeganistão, África do Sul, Albânia , Angola, Antígua e Barbuda, Antilhas Holandesas, Arábia Saudita, Argélia, Austrália

B
Bahamas, Bangladesh, Barbados, Belize, Benin, Bolívia, Brasil, Brunei, Burkina Fasso, Burundi, Butão

C
Cabo Verde, Camarões, Camboja, Cazaquistão, Chade, China, Cingapura, Colômbia, Congo

D
Djibuti, Dominica

E
Egito, El Salvador, Equador, Eritréia , Etiópia

F
Fiji, Filipinas

G
Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Grécia, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial

H
Haiti, Honduras

I
Ilha de Pitcairn, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Iraque

J
Jamaica, Jordânia

L
Laos, Lesoto, Líbano, Libéria, Líbia

M
Madagascar, Malásia, Malaui, Maldivas, Mali, Malta, Maurício, Mauritânia, México, Moçambique, Myanma

N
Namíbia, Nauru, Nepal, Nicarágua, Níger, Nigéria, Niue, Nova Caledônia

O
Omã

P
Panamá, Papua-Nova Guiné, Paquistão, Paraguai, Peru, Polinésia Francesa, Palau, Portugal

Q
Quênia

R
República Centro-Africana, Reunião, Ruanda

S
Samoa Americana, Samoa Ocidental, Santa Helena, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, São Tomé e Príncipe, São Vicente e Granadinas, Senegal, Serra Leoa, Seychelles, Síria, Somália, Sri Lanka, Suazilândia, Sudão, Suriname

T
Tailândia, Tanzânia, Togo, Tonga, Trinidad e Tobago

U
Uganda

V
Venezuela, Vietnã

Z
Zaire, Zimbábue

 

O que é GCOVI?

É a sigla da Gerência de Orientação e Controle Sanitário de Viajantes em Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados - área da Anvisa responsável por estabelecer medidas para proteção à saúde do viajante, de forma integrada com outros órgãos do Ministério da Saúde, com a finalidade de diminuir os riscos da ocorrência de doença ou agravo que se caracterize como emergência de saúde pública de importância internacional.

 

O Brasil exige Certificado Internacional de Vacinação Contra Febre Amarela?

Não. O Certificado Internacional de Vacinação válido contra a Febre Amarela, somente será exigido, conforme a RDC nº. 21 de 21 de março de 2008, para entrada em território nacional de viajantes internacionais procedentes de áreas de ocorrência de Febre Amarela que apresente risco para disseminação internacional. No momento não há nenhuma área apresentando risco de disseminação internacional da doença e, à medida que for estabelecido tal risco, será amplamente divulgado.

 

Onde eu posso tomar a vacina contra a febre amarela?

A vacina contra febre amarela, assim como as demais vacinas, são oferecidas gratuitamente em qualquer posto de vacinação instalado em diferentes unidades de saúde das Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde. Nestes postos o viajante receberá o Cartão Nacional de Vacina, válido em todo território nacional. Ressaltamos que para estar protegido contra febre amarela, o viajante deverá ser vacinado no mínimo dez dias antes de sua viagem.

 

Qual a validade do Certificado Internacional de Vacinação Contra a Febre Amarela?

A vacina contra febre amarela confere proteção por 10 (dez) anos, após 10 (dez) dias de sua primeira administração. A validade do Certificado e segue esses prazos.

 

É necessário que a própria pessoa compareça para emissão do Certificado Internacional de Vacinação Contra a Febre Amarela ou outra pessoa pode solicitar?

Conforme definido em legislação específica (RDC nº. 21 de 21 de março de 2008), por se tratar de um documento internacional de saúde, a emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia pela autoridade sanitária está condicionada à assinatura do viajante, no ato, sendo imprescindível sua presença.

 

É possível enviar à ANVISA, via fax o comprovante de vacinação nacional e receber: por fax, e-mail ou mesmo correio o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)?

Não. O próprio requerente ou seu responsável legal, caso se trate de crianças, deve comparecer a um dos Centros de Orientação ao Viajante.

 

Importante:

Verifique com a empresa aérea ou seu agente de viagens (ou órgãos de saúde nacionais) se o lugar de destino é foco de alguma doença e se alguma vacina é exigida, inclusive para fins de documentação comprobatória.